
Capitulo 31 do livro “LIÇÃO PARA O AUTOAMOR”, psicografado por Wanderley Oliveira pelo Espirito Ermance Dufaux
“E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens e que é teu. — MATEUS, 25:25
O temor do servo na parábola é o desafio à sua capacidade de discernir o limite entre a prudência e o medo de errar.
O zelo é uma virtude, contudo, quando exacerbado, toma a feição de perfeccionismo, retardando a utilização do potencial de que dispõe para realizar e servir. Muitas vezes, enterra talentos, a fim de cavar sulcos profundos que imagina serem cofres de segurança, resguardando-os para usá-los na hora do acerto.
A ampliação do campo de serviço que a vida lhe entregou solicita a coragem, a disposição de servir e o desejo sincero da compreensão, e tais valores da alma exige que você adentre o cadinho dos sacrifícios e da fé incondicional.
Admiráveis são as pessoas que quando se assenhoreiam da prudência a utilizam para fazer uso correto e consciencioso dos talentos a elas confiados; mas não menos admiráveis são aqueles que, ainda não possuindo discernimento o bastante para definir com zelo os melhores rumos a seguir, entregam-se ao trabalho com honestidade e confiança, utilizando o talento com retidão de consciência e convicção idealista em favor da edificação de círculos produtivos na expansão do bem para quantos puder.
